Como cristãos: O que podemos fazer pelo nosso pais?

Após a posse do recém eleito presidente, em primeiro de Janeiro deste ano, nós ainda estamos atravessando um clima de muita expectativa, quanto ao futuro dessa nação. Tanto na área da Reforma da Previdência, na área social, na área econômica, o desemprego se mantém ainda em um alto índice, a violência a cada dia faz mais vítimas, ao ponto do feminicídio dizimar centenas de mulheres a cada dia que passa, etc, etc.

No próximo dia 10 do corrente mês, o Supremo Tribunal de Justiça  irá decidir se dá habeas-corpus aos cerca de 170 mil presos, alguns em segunda instância, o que, certamente, desencadeará um caos em todo o país. Fala-se até que as forças aramadas, possivelmente, destituirá os ministros daquela corte. Enfim, antevemos instalar-se uma revolução, ou coisa parecida.

Diante de todo este quadro que está se desencadeando, nós, na condição de cristãos, não podemos ficar assistindo todo este drama, sem usarmos as nossas armas, para combatermos todos os “dardos inflamados do maligno”. No mínimo, devemos dobrar os nossos joelhos, orarmos e jejuarmos por nossas autoridades e os nossos governantes. Inclusive, nesse dia 10, quarta-feira conclamamos todos os irmãos a fazermos um meio jejum pelo Brasil, pois este será o dia “D” para votação desse pleito. Caso seja aprovada a libertação deste bando dos “contra as leis”, a baderna, o liberalismo, a libertinagem se instalam e o homem de bem ficará refém de bandidos e criminosos.

Quero acreditar que os militares não irão tolerar ou permitir que essa situação se instale em nosso país. Por isso, precisamos fazer nossa parte.

Nós aludimos o histórico exemplo bíblico da situação dos hebreus, nos dias da rainha Ester, ou seja, ela conclamou todo o povo e a nação toda, para que se unissem em oração e jejuassem por aquele quadro que

sobreveio sobre a nação de Israel para destruí-los (Ester 4:16 / Joel 2:12, 13).

O momento é difícil e crítico para toda a nação e nós, cristãos, não podemos ficar de braços encruzados. Portanto, esse é um momento de convocação, para o povo de Deus clamar e buscar o socorro, que só o Senhor poderá nos dar. Lembremo-nos o “slogan” da campanha do presidente eleito, traduzindo a sua fé, a sua confiança, a sua esperança, o respeito e apreço pelas famílias e em Deus. “A família acima de tudo, e Deus acima de todos.”

Pr. João Bôsco

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